segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Leitura e interpretação
Já faz algum tempo, encontrei este texto, não há os créditos porque não me lembro onde o encontrei, nas atividades fiz algumas adaptaçãoes.
Língua Portuguesa
Leitura e interpretação de texto
Leia:
Você vai ler a história de um rei que foi enganado por dois vigaristas.Você também já foi enganado por alguém? Conte para seus colegas e ouça as histórias que eles têm para contar.
A roupa nova do Rei
Há muito tempo viveu um imperador que gostava tanto, mas tanto, de se vestir bem que todo dinheiro dele ia embora com roupa nova.
(…)
Na grande cidade onde ele morava havia muitas coisas interessantes acontecendo e todo dia chegava visita importante. Um dia apareceram dois vigaristas. Os dois espalharam pela cidade que eram tecelões e que sabiam fabricar os tecidos mais lindos do mundo. Tecidos com cores e estampas maravilhosos. E com um detalhe: as roupas feitas com os tecidos que eles fabricavam eram invisíveis para as pessoas que não soubessem trabalhar direito ou que fossem muito burras.
“Essas roupas, pelo jeito, são o máximo”, pensou o imperador. “Se eu usasse essas roupas ia poder descobrir quem não trabalha direito no meu reino e saber quem é burro e quem é inteligente. É, vou mandar tecer o tal pano imediatamente.” E deu um montão de dinheiro aos dois vigaristas para que eles fossem começando o trabalho.
Os dois vigaristas armaram seus teares e fingiram que estavam trabalhando. Nos teares não tinha nenhum fiapo. Nada. Eles passavam o tempo todo mandando buscar a seda mais luxuosa e o fio de ouro mais deslumbrante, só que guardavam tudo em suas bolsas e ficavam até tarde da noite trabalhando nos teares vazios.
“Ah! Como eu queria saber de que jeito está ficando o famoso tecido”, pensava o imperador.
(…)
“Vou mandar o meu velho ministro que é tão direito ao ateliê dos tecelões”, pensou o imperador. Ele é a pessoa mais indicada para ver como é esse pano, pois é inteligente e ninguém faz seu trabalho melhor que ele.”
Assim, o velho ministro de quem o imperador gostava tanto foi até a sala onde os dois tecelões estavam sentados trabalhando na frente dos teares vazios. “Oh, meu Deus!” pensou ele, arregalando os olhos. “Não consigo ver nada!” Mas não abriu a boca.
Os dois tecelões convidaram o ministro a chegar mais perto e quiseram saber se ele não achava que o estampado estava lindo e as cores um encanto e apontaram para o tear vazio. O pobre velho ministro arregalou ainda mais os olhos mas não conseguiu ver coisa alguma, pois não havia nada para ver. “Puxa vida!, pensou. “ Será que sou burro? Nunca achei que era burro. Preciso dar um jeito para ninguém descobrir. Será que não faço meu trabalho direito? Não, não posso dizer a ninguém que não consigo ver o pano”
— E então? O senhor não vai dizer nada? — disse um dos tecelões.
— Ah, que coisa linda, divina! Uma absoluta maravilha! — disse o velho ministro, olhando atentamente através das lentes de seus óculos. — Que estampado! Que cores! É, não há dúvida, vou dizer ao imperador que o tecido tem minha total aprovação.
(…)
Todos na cidade só falavam no esplêndido pano. Até que um dia o imperador resolveu ir pessoalmente dar uma olhada no tecido ainda no tear.
(…)
“Que droga é essa?, pensou o imperador. “ Não estou vendo nada! Isso é terrível! Sou burro? Não sirvo para imperador? Mas isso seria a coisa mais pavorosa que poderia acontecer comigo!”
Depois disse:
— Ah, que lindo! Os senhores têm minha imperial aprovação! E balançava a cabeça satisfeito, olhando o tear vazio. Imagine se ele ia dizer que não estava vendo nada!
Os nobres que acompanhavam o imperador fizeram muita força, mas exatamente como os outros, não conseguiram ver nada; mesmo assim, exatamente como o imperador disseram:
— Ah! Que lindo! — e deram a ideia ao imperador de inaugurara aquelas roupas esplêndidas no grande desfile do dia seguinte.
— É lindo, magnífico,sensacional.
(…)
No dia seguinte o imperador, acompanhado pelas pessoas mais importantes de sua corte, foi à sala do tear. Cada um dos tecelões levantou um braço, como se estivesse segurando alguma coisa, e disse:
— Pronto! Aqui está a calça. Aqui está a casaca. Aqui está a túnica. E assim por diante.
— Leves como gaze. Vossa majestade vai ter a impressão de que não tem nada sobre o corpo, mas aí é que está a beleza da coisa!
— É — disseram os cortesãos, sem conseguir ver nada. Lógico! Não havia nada para ver!
— Será que Vossa Alteza Imperial poderia ter a bondade de tirar a roupa? — disseram os tecelões.
— Para que a gente possa ajudar Vossa Alteza a vestir as novas aqui na frente do espelho!
O imperador tirou a roupa toda e os tecelões fazendo a maior cena: fingiam que estavam entregando a ele uma por uma as peças de roupa que todos achavam que eles tinham feito e o imperador se virava e se contorcia na frente do espelho.
(…)
Os valetes a serviço do imperador roçaram as mãos pelo chão como se estivessem recolhendo a borda do manto. Depois foram andando com as mãos erguidas, pois não queriam de jeito nenhum que os outros percebessem que não estavam conseguindo ver nada.
O imperador desfilava debaixo do lindo dossel, e nas ruas e janelas todos diziam:
— Vejam! Que beleza a roupa nova do imperador! Que cauda mais bonita tem sua túnica! Que caimento!
— Mas ele está sem nada! — disse uma criança pequena.
— Nossa, ouçam o que disse esta inocente! — disse o pai da criança. E as pessoas começaram a repetir umas para as outras as palavras da criança até que o povo inteiro começou a gritar:
— Mas ele está sem nada!
O imperador sentiu o sangue gelar, pois percebeu que todo mundo tinha
razão, mas pensou consigo: “Agora preciso continuar até o fim do desfile”.E os valetes iam andando atrás, carregando uma cauda que simplesmente não existia.
ANDERSEN, H. C. Histórias Maravilhosas de Andersen. São Paulo: Companhia das Letras,
1995. p.p. 15-20.
Responda:
1. Essa é uma história que acontece na atualidade? Justifique a sua reposta
retirando um trecho do texto.
2. Qual era a principal preocupação do imperador?
3. Releia este trecho:
“Um dia apareceram dois vigaristas. Os dois espalharam pela cidade que eram
tecelões e que sabiam fabricar os tecidos mais lindos do mundo.”
a) O que são pessoas vigaristas?
b) O que faz um tecelão?
4. Qual a promessa dos vigaristas?
5. Como os vigaristas faziam para enganar as pessoas?
6. Todos começam realmente a acreditar que o tecido é invisível quando:
( ) A menina fala na rua.
( ) O mais importante ministro do rei afirma que viu o tecido e que é lindo.
( ) O rei faz uma lei que obriga todos a acreditarem.
7. Releia:
“Que droga é essa?, pensou o imperador. “ Não estou vendo nada! Isso é
terrível! Sou burro? Não sirvo para imperador? Mas isso seria a coisa mais
pavorosa que poderia acontecer comigo!”
Nesse momento, o imperador sentiu:
( ) raiva.
( ) preocupação.
( ) alegria.
8. Apesar de tudo, por que o imperador aprova o tecido?
9. O que você achou da atitude do imperador? Justifique a sua opinião.
10. As pessoas que elogiavam a roupa do imperador, mesmo sem vê-la,
podem ser descritas como sendo:
( ) falsas.
( ) honestas.
( ) competentes.
11. Quem teve a coragem de desmascarar toda a farsa?
12. Releia:
“O imperador sentiu o sangue gelar, pois percebeu que todo mundo tinha
razão,mas pensou consigo: ‘Agora preciso continuar até o fim do desfile’.”
Como você acha que o rei se sentiu no final?
( ) Envergonhado.
( ) Alegre.
( ) Confiante.
13. Quem é o protagonista dessa história, ou seja, quem é a personagem
principal?
14. Converse com seus colegas sobre outros contos de fada que também têm
personagens que são princesas, príncipes, reis ou rainhas.
Dia da conciencia negra Peça teatral
BONS VENTOS
NARRADOR: Frederico era um fazendeiro rico dono de muitas terras, tinha uma filha chamada Rosaria.Possuía muitos escravos e apesar de ser um homem rude sua filha era gentil e bondosa.
Seus escravos trabalhavam dias e dias sem descanso e sem receber nenhuma espécie de pagamento eram mal alimentados e dormiam nas grandes senzalas que Frederico se orgulhava em manter sempre cheia.
De vez em quando sua filha Rosária ia visitar os escravos, brincava com os escravos menores e ate lhe dava presentes. (Rosária brincando com um escravo)
Certo dia chega a casa de seu Frederico um viajante e vai logo lhe contando as novidades.
(Todos sentados em uma sala tomando café)
VIAJANTE: Ao que tudo indica logo as coisas irão mudar, comenta-se que a escravidão esta com os dias contados.
FREDERICO: Para mim isso não será problema, se tiver de mandar estes negros embora para onde irão?
Para não morrer de fome continuarão trabalhando para min da mesma forma, e se não produzirem ainda levarão umas Chicotadas.(RISOS , R OLHA COM CARA DE ESPANTO.)
(ROSARIA ENTRA NA SALA E DA A NOTICIA)
ROSARIA:Papai você já soube que a princesa Isabel assinou a lei que liberta todos os escravos?
FREDERICO: Já fiquei sabendo , eu obedecerei mas tenho uma idéia.
NARRADOR : A noticia logo se espalhou, os escravas puseram-se a comemorar.
(FREDERICO ENTRA NA SALATODO ANIMADO.)
FREDERICO : Eles terão uma grande surpresa se pensam que vão embora.Prefiro que todos morram.
ROSARIA : meu pai o senhor não pode fazer isso
FREDERICO : como não posso eles foram comprados com meu dinheiro e agora querem ir embora?
ROSARIA ; mas papai este dinheiro não lhe fará falta.
FREDERICO : como ousa me enfrentar por causa destes pretos fedidos.
ROSARIA:Mas eles são pessoas como nos também tem direito de viver sua vida em liberdade, de cultivar sua própria terra, de serem felizes.
FREDERICO: minha filha eles são negros não são como nos somos superiores.
ROSARIA: pois eu lhe digo meu pai tudo que o senhor fizer com eles será o que eu farei comigo. Portanto se eles morrerem eu também morrerei.
FREDERICO:você é minha única filha não quero que nada de mal lhe aconteça.
ROSARIA:então me ouça papai, eu lhe peço obedeça a lei, deixe seus escravos irem embora e aqueles que não quiserem ir deixe que eles fiquem aqui contrate-os para trabalharem na fazenda como seus empregados.
(FREDERICO SE SENTA CABISBAIXO)
FREDERICO: Sabe minha filha eu estou muito cansado você tem razão, graças a esses escravos já ganhei tanto dinheiro que não vou ser capaz de gastar. Farei o que me pede pelo menos em minha fazenda esses negros de agora em diante viverão em paz.(ROSARIA ESTA ABAIXADA A SEUS PES ) agora tenho que ir evitar uma tragédia, pois havia mandado que todos os negros fossem chicoteados ate não poder chegar ao prtao de entrada da fazenda.
(FREDERICO SAI E ROSARIA FICA AGRADECENDO A DEUS PELO QUE TINHA ACONTECIDO)
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